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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Patos de Minas 04 - MG - Brasil




Patos de Minas 03 - MG - Brasil





Patos de Minas 02 - MG - Brasil





Patos de Minas 01 - MG - Brasil





Patos de Minas é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. O nome Patos é uma referência a grande quantidade destas aves que habitam as várias lagoas da região. A primeira fazenda instalada no local, Os Patos, em meados do século XIX, já fazia esta referência. Em 1850 foi criada quando a vila, até então pertencente ao município de Patrocínio, se tornou independente, a referência continuou, sendo batizada de Santo Antônio dos Patos, nome que manteve em 1892, quando foi elevada a condição de município, e que posteriormente simplificado para apenas Patos. Em 1943, o governo do Estado de Minas Gerais mudou o nome da cidade para Guaratinga, provocando insatisfação na população . Atendendo aos apelos populares em 03 de junho de 1945, o município é finalmente batizado de Patos de Minas, para distingui-lo de Patos, no estado da Paraíba, mais antigo. 

Segundo os critérios do IBGE, Patos de Minas faz parte da Mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, uma das 12 instituídas pelo órgão em Minas Gerais. A mesorregião é composta por 66 municípios onde vivem cerca de 2,2 milhões de pessoas. Patos de Minas é a terceira mais populosa cidade da mesorregião, atrás de Uberlândia e Uberaba. Ainda de acordo com a classificação do IBGE, o município faz parte da Microrregião de Patos de Minas, que reúne 10 municípios que somados possuem cerca de 253 mil habitantes, sendo o mais populoso dos municípios do grupo. O governo de Minas Gerais adota uma classificação regional diferente, no qual o estado é dividido em dez Regiões de Planejamento. Patos de Minas é o mais populoso município da Região V, Alto Paranaíba. O município de Patos de Minas é atualmente dividido em oito distritos: Patos de Minas (Distrito-Sede), Santana de Patos, Chumbo, Bom Sucesso, Major Porto, Pindaibas, Pilar e Alagoas.

O distrito de Chumbo foi criado em 1876, também vinculado a vila de Santo Antônio dos Patos, sendo denominado até 1923 como Dores do Areado. Em 1966 o município de Patos de Minas foi dividido em mais dois distritos, Major Porto e Bom Sucesso, o último sendo chamado até 1988 de Bom Sucesso de Patos. Pindaibas foi elevado a distrito em 1976 e Pilar em 1992. Pilar já havia sido um distrito entre 1923 e 1936, sendo denominado Minas Vermelhas. Alagoas é a mais recente localidade a ganhar a caracterização de distrito, através de uma lei municipal promulgada em 2012. Em 1938 os distritos patenses de Santa Rita de Patos e Ponte Firme são desmembrados para a criação de Presidente Olegário, município do qual em 1962 desmembrou-se Lagamar e em 1992 Lagoa Grande. Na reestruturação política de 1938, o distrito de Quintinos também foi desanexado de Patos de Minas e anexado ao município de Carmo do Paranaíba, sob dependência do qual permanece até hoje. Em 1962 o distrito de Guimarães foi desmembrado para a criação do município de Guimarânia e Lagoa Formosa também deixou a dependência política de Patos de Minas para formar a cidade homônima. 

A população do município segundo o censo de 2010 era de 138.710 habitantes. Entre 2000 e 2010, o crescimento vegetativo foi de 1,14%. Na década anterior, de 1991 a 2000, a taxa média de crescimento anual foi de 2,08%, valores acima das médias estaduais e federais. No Estado, estas taxas foram de 1,01% tanto 2000 e 2010 quanto entre 1991 e 2000. No país, foram de 1,01% entre 2000 e 2010 e 1,02% entre 1991 e 2000. Ainda segundo o Censo de 2010, 48,97% eram homens, e 51.03% eram mulheres. A diferença entre a população masculina e feminina se ampliou na última década, já que em 2000 a população masculina era de 49,41% e a feminina 50,59%. O valor é bastante semelhante ao levantamento anterior, realizado em 1991 (49,35% de homens e 50,65% de mulheres). A taxa de envelhecimento da população vem aumentando, passando de 4,46% em 1991, para 5,61% em 2000 e 7,98% em 2010. A população patense é composta de 20,66% de pessoas com menos de 15 anos, 71,36% entre 15 e 64 anos e 7,98 com mais de 65 anos. Patos de Minas já alcançou um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em que o país deve reduzir a mortalidade infantil para menos de 17,9 por mil até 2015. Em 2010 a mortalidade infantil no município era de 14,5 por mil, enquanto Minas Gerais registrava 15,1 e o Brasil 16,7. O analfabetismo em Patos de Minas é de 6,66% da população, enquanto 15,49% da população completou até o Ensino Fundamental, 24,41% tem até o Ensino Médio completo, e 12,17% possuem ensino superior completo. Os 41,27% estão incluídos em outros grupos, como os que sabem ler e escrever mas não frequentaram o ensino regular ou os que não concluíram o Ensino Fundamental. 

O (PIB) de Patos de Minas está entre os 25 maiores de Minas Gerais, crescendo entre 2001 e 2010, em média 10,9%.46 A agricultura é diversificada com produção de grãos e hortifrutigranjeiros. Os produtos que se destacam são o milho, arroz, soja, feijão, café, maracujá, tomate e horticultura. O município e região possuem sistemas de irrigação de lavouras. A bovinocultura possui importância econômica e social para o município. O município de Patos de Minas é o segundo maior produtor de leite do país. Atividades do setor primário, correspondem a 13% do PIB de Patos de Minas. A atividade industrial da cidade está diretamente ligada à agroindústria, destacando a indústria de leite e derivados, sementes e adubos defensivos agrícolas, carne suína e derivados e alimentos enlatados. Atividades do setor secundário, correspondem a 20% do PIB de Patos de Minas. O principal atrativo turístico da cidade é a Festa Nacional do Milho, conjunto de festejos que acontecem na última semana de maio e primeira semana de junho e que atraem anualmente para a cidade 300 mil turistas, para atividades como shows, bailes, desfiles, festivais gastronômicos, feiras de gado e de máquinas agrícolas. A cidade também faz parte do Circuito Turístico Tropeiros de Minas, ligada ao turismo rural, hotéis fazenda e gastronomia típica do interior mineiro.
Fonte e matéria completa em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Patos_de_Minas

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Araxá 12 - MG - Brasil




Araxá 11 - MG - Brasil




Araxá 10 - MG - Brasil





Araxá 09 - MG - Brasil





Araxá 08 - MG - Brasil





Araxá 07 - MG - Brasil





Araxá 06 - MG - Brasil





Araxá 05 - MG - Brasil





Araxá 04 - MG - Brasil





Araxá 03 - MG - Brasil





Araxá é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, na mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Sua população estimada pelo IBGE em 2012 era de 95.888 habitantes. O topônimo "Araxá" significa terreno elevado e plano, planalto, chapadão, região mais elevada do que qualquer sistema orográfico e "Araxás: Indígenas que viviam no tabuleiro elevado do extremo oeste de Minas Gerais". A primeira referência aos índios araxás, que habitavam as terras entre o Rio das Velhas (Araguari) e o Rio Quebra Anzol, foi feita pela expedição de Lourenço Castanho Taques, no século XVI. A presença dos índios e a proximidade do Quilombo do Ambrósio constituíram obstáculo à ocupação das terras da região. Em 1759, Bartolomeu Bueno do Prado, comandando uma expedição, conseguiu destruir a famosa aldeia de escravos fugitivos. Sete anos depois, Inácio Correia Pamplona exterminou a tribo de índios araxás. Os primeiros povoados da região foram para o Desemboque, distrito de Sacramento, atraídos pela exploração do ouro. Posteriormente, com a decadência da mineração, esses moradores dedicaram-se à criação de gado. Entre 1770 e 1780, Araxá recebeu seus primeiros moradores, e surgiram as primeiras fazendas da região. Descoberta a fertilidade da terra e o sal mineral nas águas do Barreiro, o povoamento de Araxá se intensificou. Em 1791, foi criada a Freguesia de São Domingos do Araxá e nomeado o primeiro vigário. Em 1795, teve a construção da primeira Igreja Matriz de São Domingos por Alexandre Gondin, que teve suas obras concluídas em 1800. A edificação da Igreja de São Sebastião, por José Pereira Bom Jardim, ocorreu em 1820. A Capitania de São Paulo e Minas do Ouro foi criada em 1709 e desmembrada em 1729, com a delimitação da Capitania de Minas Gerais. Na segunda metade do século XVIII, a região do Triângulo Mineiro foi anexada a Goiás, atendendo a um movimento dos moradores do Desemboque. A Freguesia de São Domingos é elevada a Julgado de São Domingos de Araxá, em 20 de dezembro de 1811, desmembrando-se do Julgado do Desemboque. A partir de janeiro de 1812, começou a exercer jurisdição civil e criminal, possuindo seu Juiz Ordinário. Em 1816, graças ao movimento dos moradores do Julgado de Araxá, o Sertão da Farinha Podre (Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), anexado desde 1766 à Capitania de Goiás, retornou à Jurisdição de Minas Gerais. Ana Jacinta de São José - o mito Dona Beja - viveu e tem seu nome vinculado aos principais acontecimentos de Araxá no período da primeira metade do século XIX. Em 4 de abril de 1831, o julgado é elevado à vila. E em 19 de dezembro de 1865, a Lei Provincial nº 1259 eleva a Vila de São Domingos de Araxá à categoria de cidade. Em 1915 foi criada a Prefeitura. 

Constituído de terras planas e colinas, a altitude máxima é de 1.359 metros e a mínima de 910 metros. O relevo do município mostra variações entre situações geológicas típicas do cerrado e de serras. Sua vegetação intercala campos de pastagens com pequenas matas naturais, compondo paisagens deslumbrantes. A localização geográfica de Araxá é estratégica. Traçando-se um raio de 600 km, partindo de Araxá, está a região de maior concentração populacional do país, com 73% do PIB Nacional e um público potencial de 43 milhões de pessoas. A Estância Hidromineral de Araxá, no Sudoeste Mineiro, na Zona Geográfica do Alto Paranaíba, é propícia ao desenvolvimento dos diferentes ramos da atividade turística, devido a fatores históricos, geográficos e econômicos que definem o imenso potencial dessa região. Na década de 1950 teve início a mineração no município, com a instalação da Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig), a Companhia Agrícola de Minas Gerais (Camig) e a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM). A ação dessas empresas deu sustentação econômica ao município, fazendo surgir novas indústrias, o que gerou fluxo migratório para o município. Tal situação foi reforçada a partir de 1971, com a instalação da Arafértil, hoje Vale Fosfatados. A população estimada em 2006 era de 86 mil habitantes, sendo 99% em área urbanizada, com energia elétrica, água tratada e saneamento básico. Em 2013, segundo o IBGE, sua população era de 118.659 habitantes. 

A mineração é a maior fonte geradora da economia de Araxá. A Vale Fosfatados, produzindo minérios fosfatados, ao lado do nióbio que é explorado pela empresa CBMM, geram grande parte da economia de Araxá. Tem-se também grande contribuição do turismo, que possibilita em Araxá a exploração de suas águas medicinais, fabricação de sabonetes e cremes para a pele e possui um dos mais ricos artesanatos da região. Abriga a universidade Uniaraxá - Centro Universitário do Planalto de Araxá, entidade filantrópica mantida pela Fundação Cultural de Araxá, Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG, Mantido pelo Ministério da Educação) e escolas de renome, como os Colégios Atena, São Domingos, Monteiro Lobato, Dom Bosco e Dom José Gaspar (este último, mantido pelo governo estadual). 

Araxá fortaleceu-se como polo turístico na década de 1940, com a inauguração do Complexo Termal - Grande Hotel e Balneário - ocorrida em abril de 1944. O município integra o circuito turístico da Canastra. Principais pontos turísticos: Grande Hotel de Araxá Termas de Araxá Fonte Andrade Júnior Horizonte Perdido Árvores dos Enforcados Parque do Cristo Museu Dona Beja Museu Calmon Barreto Museu Sacro de São Sebastião Fundação Cultural Calmon Barreto Araxá integra o Circuito das Águas de Minas Gerais, reconhecido pelas propriedades terapêuticas diversificadas de suas águas medicinais e pelo clima agradável o ano todo. A região urbana com 973 metros de altitude apresenta um clima com temperatura média anual de 21,4 °C e índice médio pluviométrico anual: 1574,7 mm. Segundo dados do INMET , a minima absoluta em Araxá foi de 1.6° em 01/07/1974 e a máxima absoluta foi de 36.8°, em 17/10/2007. A menor temperatura máxima registrada foi de 14.1° no dia 13/06/1971. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 140,8 mm, em 20 de janeiro de 2003.